
“Não podia me vestir assim para ir em outro lugar que não aqui. É uma homenagem para essa mulher que aos 50 anos está com tudo em cima”, disse quando questionada sobre a roupa que usava.

“Não podia me vestir assim para ir em outro lugar que não aqui. É uma homenagem para essa mulher que aos 50 anos está com tudo em cima”, disse quando questionada sobre a roupa que usava.
Ontem, a caminho do estágio, me deparo com a seguinte situação.
Fim de tarde, mulher e o filho, na porta da escola na qual o último estuda:
[mãe] – Lucas, você já ficou de castigo esta semana, quer ficar de novo? Quer? Encosta na parede!
[Lucas, o filho] – Não, mãe, nããão!
[mãe, meiga, gritando] – Vai, Lucas, encosta lá na parede e pensa na vida!
err…oi?
Daí que, na minha frente, andando, passa uma mulher:
[mãe] – Fernanda, colega, tudo bem?
[Fernanda, a colega] – Tudo bem, e você, como vai?
[mãe] – Vou bem, vou bem.
[Fernanda, a colega] – Nossa, o Luquinhas está tão grande! Oi, Lucas!
[Lucas] – …
[Mãe] – Tá grande e muito lindo, né , filhinho? [ mãe puxa o filho e o abraça, carinhosamente]
Eu segui o caminho, sem notar se o diálogo prosseguiu ou não. Mas fiquei chocada com a falsidade. Porque né, certeza que o Luquinhas foi pensar na vida olhando para a parede depois, tadinho.
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