Paulinha Online

18, dez , 2008

Cafona: define

Filed under: Oi? — by Ana Paula @ 8:13 pm
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A apresentadora-atriz-modelo Luisa Mell, no alto de seus trinta anos, resolveu homenagear a Madonna e aparecer vestida deste jeito em seu show, hoje, no estádio do Morumbi, em São Paulo:

 

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“Não podia me vestir assim para ir em outro lugar que não aqui. É uma homenagem para essa mulher que aos 50 anos está com tudo em cima”,  disse quando questionada sobre a roupa que usava.

Sorte a nossa que a cantora não está mais assim, né:

11, dez , 2008

Não sai da minha cabeça

Filed under: Oi? — by Ana Paula @ 12:49 pm
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Hoje eu tive um sonho bizarro. Na verdade, não foi o sonho em si – o qual eu lembro muito pouco, aliás. Foi a trilha sonora dele.

Sim, meu sonho teve trilha sonora. E eu estou com a música até agora na cabeça.

Eu acordei cantando “Stay” do Oingo Boingo. Veja bem, O-i-n-g-o  B-o-i-n-g-o. E eu não consigo tirar essa música da minha cabeça.

Alguém sabe como faz parar?

“Go, Don’t you go…  Won’t you stay with me one more day…”

06, dez , 2008

Metade

Filed under: textos, poemas e afins — by Ana Paula @ 2:19 pm
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Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo que eu acredito não me tape os ouvidos e a boca.
Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.

Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda, que triste.
Que a mulher que eu amo seja sempre amada, mesmo que distante.
Porque metade de mim é partida e a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimento.
Porque metade de mim é o que eu ouço, mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço.
Que essa tensão que me coroe por dentro seja um dia recompensada.
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.
Porque metade de mim é a lembrança do que eu fui, a outra metade eu não sei…

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me aquietar o espírito. E que o teu silêncio me fale cada vez mais.
Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos apronte uma resposta, mesmo que ela não saiba, e que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.
Porque metade de mim é platéia e a outra metade, a canção.

E que a minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade também!

Oswaldo Montenegro

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Para todos que entendem.

E, sim, poeminha, textos e afins são chaaaaatos, mas e?

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