
“Não podia me vestir assim para ir em outro lugar que não aqui. É uma homenagem para essa mulher que aos 50 anos está com tudo em cima”, disse quando questionada sobre a roupa que usava.

“Não podia me vestir assim para ir em outro lugar que não aqui. É uma homenagem para essa mulher que aos 50 anos está com tudo em cima”, disse quando questionada sobre a roupa que usava.

Dou dez reais para quem adivinhar quem é o bonitão (?) da foto!
Mentira, nem dou. Mas tá valendo!
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Update: Yep, é o Daniel Craig. Ou Bond. James Bond:

Igualzinho, hein?
Eis que minha mãe chega em casa, há pouco:
- Nossa, filha, você não sabe quem eu encontrei agora no banco!
- Quem?
- O Nuno Leal Maia. Ele é forte, bonitão, mas na tevê não parece ser tudo isso, não.
- Ah…
” I love you in a place where there’s no space or time. I love you for in my life you are a friend of mine. And when my life is over, remember when we were together… We were alone and I was singing this song for you”
Foi com o final da clássica ”A Song for You“, sem qualquer auxílio de microfones ou banda, que Michael Bublé terminou seu primeiro show na América do Sul, em São Paulo, no último dia 18. A casa de show Via Funchal estava lotada, com quase 3 mil fãs emocionados com a performance do canadense.
Com repertório de músicas de grandes nomes como Frank Sinatra e Ray Charles, Bublé ficou conhecido no Brasil devido às suas interpretações de hits como Fever e Home em trilhas sonoras das novelas da Rede Globo. Mas quem é fã de verdade sabe que há mais em Michael Bublé do que algumas músicas em folhetins globais. Carisma, charme, voz incrível e presença de palco são algumas das características que o leva além.
Michael é um dos mais renomados cantores de jazz da atualidade. Aos 33 anos – completados em 9 de setembro – Bublé já vendeu mais de 11 milhões de álbuns e teve duas nomeações ao Grammy, em apenas 5 anos de carreira e 3 álbuns lançados, além de visitar cerca de 40 países por ano em suas turnês. Talvez um pouco mais do que poderia esperar esse filho de operários que começou cantando em bares de hotéis em Vancouver, no Canadá.
Bublé tem em seu avô um grande incentivador de sua carreira. Em seu último dvd lançado, “Caught in the Act “, ele afirma que o avô o levava a bares em sua cidade natal e convencia os seus amigos a deixarem-no cantar algumas músicas. Foi seu avô (italiano, aliás) que lhe introduziu grandes nomes como Frank Sinatra, Elvis Presley e Dean Martin – influências diretas em seu trabalho. ”Se não fosse o meu avô, não estaria aqui”, repetiu em seu show, na Funchal. “Querem vê-lo? Ele está aqui”. Então Michael aponta para a platéia VIP e seu avô levanta da mesa. Todos apaludem. E as garotas fazem “oooounn “.
“Era justamente isso que queria: agradar as garotas”, brinca Bublé. Mas além de obviamente conquistar o público feminino por sua beleza e talento, Michael agrada o público masculino também. E de varias idades. No show em Sampa, haviam adultos, jovens, crianças e idosos. Todos, fascinados com seu show.
O jornal The New York Times considera o cantor um artista completo e ”extremamente à vontade no palco”. E é a pura verdade. Qualquer pessoa que já tenha ido a algum de seus shows pode afirmar com certeza que o cara mantém a platéia atenta à sua cantoria, bem como a seus comentários sobre a carreira, o público e , principalmente, às suas piadinhas.
“Todos, por favor, levantem a mão direita. É essa mão, olha. [ e vira de costas para a platéia. Geral grita]. Essa é a mão direita. Todos estão com as mãos para cima? Ok. Agora pegue sua mão e … deslize-a levemente sobre a perna da pessoa ao lado“, disse. Todos riram novamente.
Eu devo dizer que estava bem ansiosa para o show. Além de já ser mega ansiosa, de nascença, saber que eu iria ver um de meus ídolos ao vivo -leia-se: sem ser por meio do dvd ou do You Tube - aumentou bem o grau de nervosismo. Mas era um nervoso bom, gostoso. De expectativa, sabem? E uma expectativa super bem correspondida, devo dizer.
Ele imita perfeitamente o Elvis. Arrisca o refrão de Rehab, da Amy Winehouse, e canta e dança YMCA – “a música macho, pra compensar os homens da platéia”, justifica. Desde a primeiríssima música do show, “I’m your man“, de Leonard Cohen, até a última (citada no começo do texto) Bublé arrasa. Sua voz, sem quaisquer ajustes técnicos, é perfeita para todos os tipos de canções. O repertório do show foi embasado em seu último cd, “Call me Irresponsible“, lançado em 2007.
Pessoalmente, acredito que a graça de Bublé é unir juventude e beleza a muito talento. Além de cantor, Michael também compõe hits próprios, como Home e Lost – esta, considerada pelo mesmo como uma ”make love music“. A sua banda – 16 músicos nos shows no Brasil -é impagável. Todos têm igual presença de palco e completam a performance do cantor. Além de tocar, cada qual seu instrumento, eles cantam e descontraem o público ao longo de todo o concerto.
Em um dos vários vídeos do cantor que rolam na internet, Bublé comenta que tem medo de ser um daqueles artistas que é conhecido pelo sucesso de uma música e depois fica estagnado. “Não quero ser desses caras que tem que lembrar ao público quem era”, diz no vídeo.
Michael, relaxa. Você já é inesquecível.
Adendo: Ontem, Bublé foi no programa do Faustão. Pois é, Faustão. Sabe quando metade da platéia só conhece o cara porque ele tocou na novela das 20h? Sabe quando geral ouve as músicas e BATE PALMA para acompanhar? Sabe quando as dançarinas do Faustão usam aquelas roupas bregas pra dedéu e dançam, sem noção, qualquer música? Foi assim. O cara só ria. Sério. Clica e vê.
Pelo menos o Fausto deixou ele falar. E deixou ele fazer as brincadeirinhas clássicas. Além disso, o apresentador comentou que, dos vários artistas internacionais que foram a seu programa em vários anos de carreira, o staff do Bublé era o mais educado e simpático. Claro, eu não esperaria menos de um cantor como ele. Que orgulho!
Falando sério, achei bacana a iniciativa de chamarem o Michael. Muitos fâs não tiveram a oportunidade de irem aos 4 shows que fez no país ( 3 em SP e 1 no Rio) e poder ver o cara na televisão é ótimo! Deu super pra sacar a personalidade do Bublé. Pena que não aproveitaram tão bem a banda, como no show. Fica para próxima – Michael anunciou que provavelmente fará mais shows por aqui em março e que gostaria de vir ao Brasil no Carnaval!
Yey, mais um post sobre o MB pro começo do ano! Hahahaha!
Update: Para quem leu este até o fim, um bônus:
O Bublé arrasando em A Song For You, ao vivo e sem o microfone, no refrão final. Foi tão lindo e memorável que até hoje, revendo, eu arrepio!
Há séculos eu não escrevo aqui – tá uma correria de final de semestre, estágio, faculdade, vida à parte, enfim… you guys know what i’m talking about.
Mas nada disso importa. Não por hoje. Porque à noite irei ao show do meu cantor favorito: Michael Bublé. O cara é ótimo, tem uma voz sexy, relaxante e canta muito! O fato de ele ser bonito e charmoso completa a minha ansiedade para hoje!
Nossa, estou na maior expectativa e posso dizer, pelo último dvd do cara, que ela será correspondida. O show dele ao vivo, no dvd, está MARA!
Bom, é isso. Logo saio daqui – o show é no Via Funchal, em SP, e eu moro em Santos – e tenho que me arrumar.
A música abaixo é uma das minhas favoritas, Fever. O show é do Caught in the Act, dvd ao qual me referi acima. Sexy, sexy, sexy:
Até o final da semana venho aqui postar t-u-d-o sobre o show, prometo!
Beijocas
O “culto” às celebridades tem se fortificado nas últimas décadas. Milhares de pessoas em todo o mundo passam a consumir – quase literalmente – todos os tipos de informações sobre os famosos. Quando se trata de notícias sobre as celebridades, é fácil encontrar fatos cotidianos ou pouco relevantes tidos como “grande novidade” ou “bomba do momento”. São atores, atrizes, apresentadores e famosos em geral que perdem a privacidade têm suas vidas retratadas nos meios de comunicação ao redor do mundo.
Nos Estados Unidos, por exemplo, o cidadão é nutrido com doses diárias de fotografias das celebridades hollywoodianas caminhando, almoçando, passeando, enfim, vivendo. Os paparazzi – termo italiano para fotógrafos de celebridades – caçam os famosos em busca de flagras e novidades sobre suas vidas particulares. Artistas como Madonna, Britney Spears, Brad Pitt e David Beckham vivem suas vidas cercados pelos olhos do público – este, por sua vez, também anseia por saber cada vez mais sobre os famosos. É um ciclo vicioso.
Aqui no Brasil, as coisas não são diferentes. Há, cada vez mais, programas pautados em torno das celebridades. Conseqüentemente, o público encontra-se envolto a este cenário e as opções para entretenimento ficam, muitas vezes, limitadas às notícias sobre este assunto.
Poderia discutir aqui o lado sociológico dos fatos e argumentar que os cidadãos “comuns” gostam de ver os artistas em seu dia a dia para sentirem-se próximos a eles e terem-nos como seres igualmente passíveis de erros. Afirmaria também que a mídia manipula as pessoas e que o público não controla o que a imprensa faz. Mas como estudante de Jornalismo e espectadora do show business, seria uma enorme falha justificar os acontecimentos apenas com algumas dessas citações. E isso aqui é um blog, não um livro.
O mercado das celebridades é lucrativo – que o digam os tablóides. Parece haver, cada vez mais, uma demanda maior por histórias (preferencialmente sórdidas) dos famosos. Os meios de comunicação são dotados de um poder capaz de transformar um cidadão comum em celebridade.
Programas como Big Brother alcançam um enorme público – vide o número crescente de inscritos para cada nova edição do programa no Brasil. O crescimento dos shows de realidade em todo o mundo é um reflexo da cultura atual, consumista, que aponta a cada dia um novo herói na tevê. E a ânsia por ser um deles é igualmente enorme – seja por motivos financeiros, por almejar uma carreira sólida no ramo ou, simplesmente, por uma questão de ego.
Veja aqui as fotos mais caras de paparazzi da história. Nem sei o que comentar sobre a foto da Anna Nicole Smith.
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