Como já havia dito, eu não comento sobre Luana Piovani e Dado Dolabella porque, se o fizesse, eu provavelmente não teria idéia sobre o que escrever, já que mal acompanho, de fato, o que rola entre eles desde a briga na boate.
Por outro lado, artistas variados se põe a palpitar sobre o caso, sem qualquer noção da realidade. Ontem, o ator global José Abreu comentou em seu blog:
“Acabo de ler que o Dado foi denunciado pelo Ministério Público, incurso na Lei Maria da Penha. Tenho lido por aí que o objetivo da lei foi dar cobertura a mulheres que são sistematicamente surradas pelos maridos/companheiros que não tem a quem recorrer e que é discutível sua aplicação para casos de brigas de namorados, na balada, como foi o caso do Dado e da Luana. Festa de estréia, depois de uns champanhes, numa casa noturna classe A da capital do Rio de Janeiro é bem diferente de porradas diárias de um troglodita bêbado que bate na mulher num barraco no interior do Piauí – com todo respeito ao estado nordestino.”
Tá, José. Depois dessa, eu abro uma exceção.
Super válida sua argumentação. Foi só uma vez, ele tava bêbado e tal … É bem diferente de generalizar dizendo, entre outras coisas, que, sei lá, nordestinos batem constantemente em suas mulheres e isso é bem pior do que levar uns tapas e cair no chão em uma casa noturna de classe alta no Rio – fato mega aceitável visto que ele estava bebendo vários drinks e tal, e ela deve ser uma chata.
Afinal, a lei só se aplica em casos constantes e os tabefes aconteceram uma única vez, em um único dia… normal!
*Saliento que meu comentário é uma ironia, diferente do post do ator José Abreu, na íntegra aqui.